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Galeria Frammer

Memória

Digitalização e Restauração

Obra que existe em um exemplar só está a um acidente de distância de sumir. Digitalizar é garantir que ela continue existindo.

Digitalização de obras

A obra vira arquivo — com a cor que ela tem de verdade

Fotografar um quadro com o celular não é digitalizar. Digitalizar é capturar a obra inteira, plana, sem distorção de perspectiva, com luz uniforme dos dois lados e a cor conferida contra referência — para que o arquivo sirva de matriz.

O que fazemos aqui atende três finalidades diferentes: arquivo de segurança (a obra registrada antes que aconteça alguma coisa), catálogo e portfólio (imagem digna de publicação e submissão a edital) e reprodução (imprimir cópias fine art da obra original, numeradas).

  • Pinturas e gravuras — tela, papel, técnica mista, com textura preservada
  • Desenhos e aquarelas — sem esmagar o branco do papel
  • Fotografias antigas — impressas, coladas em álbum ou soltas
  • Documentos e recortes — certidão, carta, jornal, o que a família guardou

Tamanho máximo de obra e resolução de captura: a confirmar

Laboratório da galeria com câmera em tripé para digitalização Mesa de trabalho da galeria

Restauração digital

A foto rasgada volta inteira

Depois de digitalizada, a imagem é reconstruída no computador: rasgo, mancha, mofo, vinco, cor desbotada. O original não é tocado — ele volta para você exatamente como veio. O que muda é o arquivo, e a cópia que sai dele.

Rasgos e partes faltando

Reconstrução do que se perdeu, respeitando o que a imagem mostra em volta — sem inventar rosto nem detalhe que não existia.

Manchas, mofo e amarelado

Limpeza de fungo, mancha de umidade e o amarelo do papel envelhecido, recuperando o contraste que estava escondido.

Cor desbotada

Foto dos anos 70 e 80 perde primeiro o ciano e vira rosada. Dá para trazer a cor de volta a um ponto crível — ou converter para um preto e branco bonito.

Foco e granulação

Recuperação de nitidez possível e controle do grão, sem aquele aspecto plastificado de filtro automático.

Colorização

Foto em preto e branco colorida à mão, digitalmente, com pesquisa de cor plausível para a época e o lugar. Sob consulta.

E depois: impressa em fine art

Se você quiser, a foto restaurada sai impressa em papel de algodão, com permanência de museu. A cópia nova dura mais que a original durou.

Memória

O original volta intacto. Sempre.

A restauração acontece no arquivo digital — a foto de família que você trouxe sai daqui do jeitinho que chegou.

Como funciona

Do baú à parede

Você traz o original

De preferência pessoalmente, para não arriscar no transporte. Se estiver colado em álbum, quebradiço ou dobrado, não tente descolar nem alisar — traga como está, isso é problema nosso.

Digitalizamos em alta resolução

Captura na maior resolução que o original comporta, com luz controlada. Nessa etapa o original já está salvo: mesmo que nada seja restaurado, o arquivo existe.

Avaliamos o que dá para recuperar

Antes de cobrar, dizemos com honestidade até onde é possível chegar. Tem dano que se resolve inteiro; tem dano que se atenua. A gente mostra a diferença antes de você decidir.

Restauração e aprovação

Você recebe o antes e depois para conferir. Ajustes fazem parte — principalmente quando é rosto de família, e alguém lembra de um detalhe que a imagem não mostra bem.

Entrega do arquivo — e da impressão, se quiser

O arquivo digital em alta é seu, para guardar e compartilhar com a família inteira. E o original volta para as suas mãos do jeitinho que chegou.

Não deixe para depois

Papel guardado em gaveta continua se perdendo.

Mofo, umidade e calor não param. Quanto antes a imagem virar arquivo, mais dela sobra. Traga a foto — ou mande uma imagem dela pelo WhatsApp para a gente avaliar.